Em mim há um vazio Que teima em machucar aos pouquinhos. Cheio de dor. Vai da minha boca à boca do estômago. Dá enjoo, tontura. Desesperança. Nos olhos há vista turva. Turva como um rio Que enxerga selvas estranhas, Seres estrangeiros. Quase nada vê... Assim, Olhos brilhantes cintilam a alegria da prole guardada. E sofre pelos olhos tolhidos corpo encolhido mundo reduzido sonho não vivido, do seu gerado. - "Ave Maria cheia de graça".
Amores, tan extraños que te hacen cínica Te hacen sonreir entre lágrimas Cúantas páginas hipotéticas Para no escribir las auténticas Son amores que sólo a nuestra edad Se confunden en nuestros espíritos Te interrogan y nunca te dejan ver Si serán amor o placer
Amores, tan extraños que vienen y se van
Que en tu corazón sobrevivirán Son historias que siempre contarás
Oscar Wilde (Dublin, 16 de outubro de 1854 - Paris, 30 de novembro de 1900) foi um dramaturgo, escritor e poeta irlandês. Expoente da literatura inglesa durante o período vitoriano.
Eu estou a tentar reestabelecer-me comigo mesmo após ler esse livro, "O retrato de Dorian Gray". Sinto toda hora que vou vomitar e me cai em uma angústia profunda. É tanto sentimento ruim que não sei qual ao certo consigo sentir. Li por indicação da mãe de Mari... é uma ótima leitura. O livro por hora me causou um certo enfado, mas ao chegar no seu fim, me pus a ojerizá-lo. A enojar aquilo que eu tinha às mãos. É um grande livro que fala muito do mundo, das relaçãoes de gente, de muitas verdades, de muitas mentiras também, isso, apesar de toda a distância temporal a qual o livro está fadado. É uma obra contemporânea. O livro já foi transformando em filme e série algumas vezes e ano passado mais uma vez, eu ainda não tive a oportunidade de assisti-lo, mas espero vê-lo em breve. Vai a disca aí... Apesar de o livro trazer "Dorian Gray" loiro, o filme me traz um ator muito parecido com o que minha mente conseguiu abstrair...
No cárcere, encerrando o seu De profundis, talvez a mais amarga apologia da dor até hoje escrita por um poeta, Oscar Wilde despedira-se assim:
"A Sociedade, tal como a constituímos, não terá mais lugar para mim, nem me oferecerá nenhum. Mas a natureza, cujas doces chuvas caem tanto sobre os injusto como sobre os justos, terá nas rochas algum esconderijo onde me possa ocultar, e me oferecer vales secretos em cujo silêncio poderei chorar sem que me perturbem. Ela fará resplender as estrelas na escuridão para que eu não cambaleie nas trevas; fará soprar o vento sobre o rasto dos meus passos., para que ninguém persiga à morte; lavar-me-á com suas abundantes águas, e curar-me-á com suas ervas amargas."
Ao seu leito, nem a mulher nem os filhos, ausentes de sua vida desde o escândalo, apenas um amigo e o proprietário do mísero hotelzinho. É um livro maravilhoso!
Então é isso Fiquemos nesse jogo bobo Em que nenhum dos dois se arrisca. Diz que não quer nada Mas com nada me quer todo, quer me encantar Com esse seu jeito. Salvo, quando se põe doce, Distrai-se um pouco e Percebe-se ainda querer me querer. Ah! Você quer me dominar. De minha parte, Me faço de tonto, me ponho perdido o olhar. Rio quando se rir E rio das brincadeiras verdade. Não me iludo mais com as suas palavras Nem aprecio o seu jeito de ser. Eu me comprometo comigo mesmo; Amando os outros do meu jeito... E se sou cínico? Bebi da melhor fonte. E Você? Vá se danar! Eu só queria te falar.
Era tão mais fácil fingir Que nada mudou: Entrar na mesma casa Percorrer o corredor. Não perceber as novas cores das paredes E acreditar que tudo é como antes.
Olhar para os objetos em volta Tudo posto em seu devido lugar O gato estirado no tapete de sempre O cachorro sonolento na vigília Era tudo diferente!
A mesa está posta para o jantar... O cheio de comida pronta escorrega pela casa... A tv zoa com os granhidos em um desenho...
Um dia eu falei que já voltarias Um dia eu perguntei aonde irias Sorri para você Me enfeitei de você Banho perfumado Pele bronzeada. Cabelo de fita Vestido de chita. Calor que atormeta Suor que acalenta…
O mar te levou aonde querias... Para outras mulheres Outras baías.
Outro dia eu sorri Pra mim E me enfeitei Com banho de cheiro Flor de açucena Menina morena Eu me senti. Saí pelo terreiro Mangote faceiro também sorriu pra mim.
Com ele eu fui morar E acompanhar nas desbravaduras Do dia-a-dia na alegria, ou em dias sem sol...
Felicidade me sorriu. Sol de Abril Abriu um céu sem-fim…
Então, você sorriu pra mim. Era outro Janeiro. Então quis me enfeitar O corpo inteiro.
Eu sorri pra mim E te acenei a mão E te fiz ir Pelas ondas das baías Que são feitas de alegrias Para o coração.
Amon
“O mistério não é um muro onde a inteligência esbarra, mas um oceano onde ela mergulha. " ( Gustav Thibon )
Eu to indo para casa! CAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAASSSA! E o ano passou. Adeus, viu? Sempre é assim.. “ O bom filho sempre volta a casa”.. E lá vou eu.. voltando.. voltando.. voltando… Feliz ano Novo e Natal. Esse é o útimo post do ano.
O que quero no ano novo?
Dinheiro
Paz
Estabilidade Emocional (pls!)
Paciência
Talvez, um novo amor.. Mas nem sei viu? Ando bem assim sozinho.
Minha família mais próxima… não só fisicamente.
Meus amigos mais próximos.. alguns se afastaram bastante. =/
E um monte de coisa mais.. (acho que vou editar esse post ainda) =D