Degeneração (original) Mylène Farmer Composição: Indisponível Coma Sexy, Sexy Trauma (x2) Coma dos sexos, do Styx, ser estático para você Coma de sexos, o Styx, estático Coma de sexos, o Styx, "de de-estática " Coma de sexos, o Styx, estética Han! Han! Han! Ouhouuuuuhaaaahouuuh Ouhouuuuuhaaaahouuuh Degeneração Ouhouuuheeeehouuuuhhouuueeehouuuu ..... minha geração Coma Sexy, Sexy Trauma (x2) Eu não me conhece, mas é necessário que se mova Eu não me conhece, mas é necessário que se mova Am coma ela, mas é necessário que se mova Eu não me conhece, mas é necessário que se mova | ||
![]() | ||
2009-07-27
Mylène Farmer (degeneração)
A descobri esses dias. Achei muito bom! Vale a pena ver mais essa "super produção" de Mylène Farmer! Sexy... Coma... Sexy... Trauma.. viciante. haha
2009-07-25
Colecionador das Dores
Colecionador das Dores (24/07/09)
Colecionador de dores, sou eu
Das Grandes, pequenas,
Leves e profundas.
Das que matam,
Das que pelejam,
Daquelas que nos roubam a alma.
Tenho todas classificadas
Em um livro - uma a uma -
Tenho todas como parte de mim.
O que eu seria sem elas?
Para onde eu iria se elas não me guiassem?
Sado, sandeu que sou,
Sinto as marcas a ferro em minha vida,
As minhas verdades que, porventura,
Doem também
Que me trazem a boca
O gosto aceso do sangue,
Talvez de vingança.
Trazem lembranças,
Colocam-se para mim em um passado.
Daquele qual já não me reconheço.
- É apenas um espelho - Digo e quebro.
- Há de se viver a tristeza para se aproveitar
De todo a felicidade - Penso.
Coleciono comigo as dores.
Dores de toda uma vida,
Que vão se juntando às
Outras.
Tenho um portfólio
Onde todas estão
Catalogadas.
Tenho em mim todas essas dores,
Fazem o que sou.
Amon Paiva
Colecionador de dores, sou eu
Das Grandes, pequenas,
Leves e profundas.
Das que matam,
Das que pelejam,
Daquelas que nos roubam a alma.
Tenho todas classificadas
Em um livro - uma a uma -
Tenho todas como parte de mim.
O que eu seria sem elas?
Para onde eu iria se elas não me guiassem?
Sado, sandeu que sou,
Sinto as marcas a ferro em minha vida,
As minhas verdades que, porventura,
Doem também
Que me trazem a boca
O gosto aceso do sangue,
Talvez de vingança.
Trazem lembranças,
Colocam-se para mim em um passado.
Daquele qual já não me reconheço.
- É apenas um espelho - Digo e quebro.
- Há de se viver a tristeza para se aproveitar
De todo a felicidade - Penso.
Coleciono comigo as dores.
Dores de toda uma vida,
Que vão se juntando às
Outras.
Tenho um portfólio
Onde todas estão
Catalogadas.
Tenho em mim todas essas dores,
Fazem o que sou.
Amon Paiva
2009-07-22
Acerca do Amor...
Acerca do Amor... (22/07/09)
Eu me conformo em viver menos
Para não ter que morrer tanto.
E caio em paixões, suplicando-me para não
Me enamorar.
Tento representar aquele que não espera,
O que chega atrasado.
Mas nesse jogo eu perco sempre.
Todas as coisas que eu faço, acabo
Sempre sem ter o que fazer, pontual,
Até mesmo adiantado.
Amo pouco com medo do risco da separação.
Que Eros sentiu em pele
Na companhia da Inquietude e da Tristeza.
Que é a vivência da morte, da perda
Numa situação de vida.
E morre-se de várias maneiras:
Amar sem ser amado, deixar de amar e não ser mais amado,
Ser obrigado à separação...
Os amores longos ainda sofrem da morte pelo tempo. Que
Muda todas as pessoas e essa modificação
acaba por matar o amor.
Quando grave, faz-se o luto. Um tempo para se reestruturar. O tecido do
Seu ser ainda passa pelo ser do outro.
Tenho medo do amor e das suas complicações. Quando se perde
O equilíbrio da razão e da emoção; se vão. Só fica o desajuste das coisas,
Da vida. Imperando o ego: um querendo
ser mais que o outro; Ou, os dois
não querendo ser nada... A adaptação de Procusto nos colocando
um a um em sua cama de ferro. O ciúme de Marcel... pois sou ciumento.
Logo, sofro quatro vezes: porque sou ciumento,
porque me reprovo em sê-lo,
porque temo que meu ciúme machuque o outro,
porque me deixo dominar por uma banalidade:
sofro por ser excluído,
por ser agressivo,
por ser louco
e por ser comum.
Amon Paiva
Eu me conformo em viver menos
Para não ter que morrer tanto.
E caio em paixões, suplicando-me para não
Me enamorar.
Tento representar aquele que não espera,
O que chega atrasado.
Mas nesse jogo eu perco sempre.
Todas as coisas que eu faço, acabo
Sempre sem ter o que fazer, pontual,
Até mesmo adiantado.
Amo pouco com medo do risco da separação.
Que Eros sentiu em pele
Na companhia da Inquietude e da Tristeza.
Que é a vivência da morte, da perda
Numa situação de vida.
E morre-se de várias maneiras:
Amar sem ser amado, deixar de amar e não ser mais amado,
Ser obrigado à separação...
Os amores longos ainda sofrem da morte pelo tempo. Que
Muda todas as pessoas e essa modificação
acaba por matar o amor.
Quando grave, faz-se o luto. Um tempo para se reestruturar. O tecido do
Seu ser ainda passa pelo ser do outro.
Tenho medo do amor e das suas complicações. Quando se perde
O equilíbrio da razão e da emoção; se vão. Só fica o desajuste das coisas,
Da vida. Imperando o ego: um querendo
ser mais que o outro; Ou, os dois
não querendo ser nada... A adaptação de Procusto nos colocando
um a um em sua cama de ferro. O ciúme de Marcel... pois sou ciumento.
Logo, sofro quatro vezes: porque sou ciumento,
porque me reprovo em sê-lo,
porque temo que meu ciúme machuque o outro,
porque me deixo dominar por uma banalidade:
sofro por ser excluído,
por ser agressivo,
por ser louco
e por ser comum.
Amon Paiva
2009-07-15
Peço Paciência

Peço paciência (15/07/09)
A você que tanto amo,
Peço paciência
E ontem, eu me lembrei do passado
Fiquei até altas horas escutando
"yesterday" e sonhei acordado
Em minhas lembranças em ordem
Nada cronológica.
Coisas que eu jamais recordaria se
Não estivesse fazendo um exame profundo
De mim
E o que devo levar comigo.
E o que devo procurar.
Quais meus planos. Tenho eu planos?
Abri e-mails antigos, vi fotos antigas
Comentários já esquecidos por seus autores,
Mas que me remetem para onde quero:
Passado. Que quando mais longe fica mais turvo parece,
Mais belo vai se tornando. Nossa cabeça vai se esquecendo
dos antigos problemas, angústias... tudo se põe simples,
Num tempo de pensamento, de lembrança.
Meu coração por vezes palpitava e a respiração se acelerava, cessava...
Estou num processo de crescimento e todo ele é dolorido, doído.
Vejo os bichos que trocam de pele, passam pelo período de fragilidade, mas
depois se põem fortes, prontos para viver, brigar pela vida com quem quer que
apareça. Sinto-me assim: um animal em tempo de muda.
Amon Paiva
“Tenho poucas coisas, quero tantas outras
Trago o que sinto, desde quando sei
E hoje as encontrei:
Jogadas no mesmo lugar, talvez;
Jogadas no mesmo lugar, talvez...
Tive poucas coisas, quis tantas outras
Que não sei o que dizer.
Triste tanto tempo, fazendo o que eu sinto.
Desde quanto sei..
Tive suas palavras perdidas em minha boca
E Hoje as encontrei:
Jogadas no mesmo lugar, talvez;
Jogadas no mesmo lugar, talvez...
Eu Sei que ainda não te verei partir
Eu sei que ainda não te verei vir...
Tive suas palavras... Jogadas... Tive suas palavras... Jogadas... Tive suas palavras ... Jogadas...”
E me pergunto se eu devo cair?
E me pergunto se eu devo cair? (15/07/09)
Cairei eu?
Após passar por tanta coisa, ver o por do sol se transformar em mar de trevas.
Ver cada sonho tecido, imaginado se despedaçar e se dissipar como bolhas de sabão pelo ar.
Caminhar por tanto caminho maldito e saber que a maldição só caía sobre as minhas costas.
Cairia eu?
Após conhecer o diabo e saber que ele se disfarça querendo a nossa mente se faceando também como depressão.
Vendo meus amigos "se irem" e como pedras amarradas às mãos nada poder fazer, a não ser esperar e esperar - o tempo é senhor de tudo.
E observar que cada passo dado era um passo mais solitário. Cada passo dado era um passo caminhado sozinho. E mesmo assim, continuei a trilhar meu caminho, minha vida.
Cairia eu?
No papo fácil dos outros?
Nas inverdades que porventura inventam?
Nos buracos e fossos do meu caminho?
Devo me jogar no mar que me chama para o infinito?
Devo abraçar minhas possibilidades de correr para o nada continuo?
Não, não caio. Nem cairei.
Quando olho para trás e vejo tudo que passei e os eminentes perigos que passei, sei que não cairei. Apesar de não ter segurando minhas mãos todos que eu gostaria, fico feliz por ter plantado e colhido tantos frutos! E que bons frutos! Caminho cada vez mais só. Mas em companhia de poucos que levo comigo para onde for. Alguns apenas em pensamentos (há pessoas que felizmente nos basta que saibamos que elas existam para amarmos profundamente) e outros agarrados a mim, como parte de meu corpo.
Uma vida cheia de momentos marcantes, eternizados... Eu levo.
Felizes e tristes, meus. Fizeram de mim o que sou e tenho orgulho de tudo que fiz e do que deixei de fazer, construíram a mim. Eu sonho e muito.(Eu adoraria voar por aí) E se chorei? Rios! Não há mais o que se chorar é caminhar e trilhar novo caminho, o que é meu, eu levo comigo.
Não cairei, mesmo que todos digam que sim.
Amon Paiva
Nós (eu e você)
"Viver é a coisa mais rara do mundo. A maioria das pessoas apenas existe." (Oscar Wilde)
Nós (eu e você) (08/07/09)
Perdido.
Sim, perdido em meio
à toda a multidão
Te procurei.
Me permiti.
Te aceitei.
Você me encontrou
Me permitiu
E me aceitou.
Me quis.
Estou ainda a te buscar.
E você,
Já não procura mais por mim.
Mas não estou triste.
Procuro por você:
seu jeito, suas qualidades,
todavia, não você.
Outro alguém, de que eu goste
E a mim queira bem.
Se foi.
A mesma brincadeira.
O mesmo jogo, jogamos.
Dados. Roleta, todos. Todos
Rimos, bebemos. Vivemos.
Mas, não mais nos encontramos.
Fazemos o mesmo com outros
Que por nosso caminho comparece e aparece
e resplandece, ilumina toda a vida.
Uma luz que se sabe, acabará.
Nada de fatalismos, ou realismos radicais.
Tudo é assim..
Viver e viver. Na eminência do fim mais próximo
Viver mais e mais.
Eu vou.
Amon Paiva
2009-07-12
I Walk Alone
I Walk Alone (tradução)
Tarja Turunen
Composição: Anders Wollbeck / Mattias Lindblom / Harry Sommerdahl
Eu Caminho Só
Coloque todos os seus anjos à beira do abismo
Guarde todas as rosas, eu não estou morto
Eu deixei um tormento sob sua cama
Eu nunca me fui
Vá dizer ao mundo que eu ainda estou por aqui
Eu não voei, eu estou vindo a baixo
Você é o vento, o único som
Sussurre para meu coração
Quando a esperança estiver acabada
E ninguém pode te salvar
Eu caminho só
Cada passo que dou
Eu caminho só
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordado
Nunca se vai
Quando eu caminho só
Volte a dormir para sempre
Bem longe dos tolos e tranque a porta
Eles estão por aí e eles darão a certeza de que ...
Você não tem que ver
O que eu acabei me tornando
Ninguém pode te ajudar
Eu caminho só
Cada passo que dou
Eu caminho só
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordado
Nunca se vai
Quando eu caminho só
Esperando acordado no céu
Eu nunca estive longe de você
Girando em direção ao chão eu sinto todos seus movimentos
Eu caminho só
Eu caminho só
Cada passo que dou
Eu caminho só
Minha tempestade de inverno
Mantendo-me acordado
Nunca se vai
Quando eu caminho só
Dia Mau. Dia Mal. Dias Mal. Incrível como se pode perder o controle das coisas, ou simplesmente ter em conta que nada está sob o seu controle. Impalpálvel às mãos. Muita coisa acontece ao mesmo tempo. Não sei o que pensar acerca. Confundo pensamento. Misturo histórias. Nada se constroi. Tudo plano das coisas, nada factual. Mas, "minha tempestade de inverno me mantém acordado. Nunca se vai. Quando eu caminho só". No momento, só penso em olhar adiante. Mas me sinto preso. Amarrado. Será difícil. Não decairei. Não mais.
A Solidão.
La Solitudine
Renato Russo
Composição: P. Cremonesi / A. Valsiglio / F. Cavalli
Marco se ne è andato e non ritorna più
E il treno delle 7:30 senza lui
È un cuore di metallo senza l'anima
Nel freddo del mattino grigio di città
A scuola il banco è vuoto, marco è dentro me
È dolce il suo respiro fra i pensieri miei
Distanze enormi sembrano dividerci
Ma il cuore batte forte dentro me
Chissà se tu mi penserai,
se con i tuoi non parli mai
Se ti nascondi come me
Sfuggi gli sguardi e te ne stai
Rinchiuso in camera e non vuoi mangiare
Stringi forte a te il cuscino
Piangi e non lo sai quanto altro male ti farà
La solitudine
Marco nel mio diario ho una fotografia
Hai gli occhi di bambino un poco timido
La stringo forte al cuore e sento che ci sei
Fra i compiti d'inglese e matematica
Tuo padre e i suoi consigli che monotonia
Lui con il suo lavoro ti ha portato via
Di certo il tuo parere non l'ha chiesto mai
Ha detto "un giorno tu mi capirai"
Chissà se tu mi penserai, se con gli amici parlerai
Per non soffrire più per me, ma non è facile lo sai
A scuola non ne posso più, e i pomeriggi senza te
Studiare è inutile tutte le idee, si affollano su te
Non è possibile dividere la vita di noi due
Ti prego aspettami amore mio, ma illuderti non so !
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
El'inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine fra noi, questo silenzio dentro me
E l'inquietudine di vivere la vita senza te
Ti prego aspettami perché
Non posso stare senza te
Non è possibile dividere la storia di noi due
La solitudine
2009-07-10
O Rei

Um dos primeiros ídolos jovens do Brasil, Roberto Carlos comemora 50 anos de carreira em 2009. Sua voz foi ouvida publicamente pela primeira vez em uma manhã de domingo em outubro de 1950, em um programa de rádio em sua cidade natal, Cachoeiro de Itapemirim, no Espírito Santo.
Listamos aqui 15 músicas consideradas essenciais na obra de Roberto Carlos. A seleção não foi baseada em critérios técnicos, mas sim relacionadas a fatos marcantes da trajetória do Rei e ao alto teor de "groove" feito à base de teclados e guitarras até hoje inconfundíveis.
(Notícia Completa)
Listamos aqui 15 músicas consideradas essenciais na obra de Roberto Carlos:
“Parei na contramão” (1963)
É a primeira composição de Roberto Carlos e Erasmo juntos e também a estreia do cantor no tema velocidade, assunto que seria bastante abordado em sua obra nos anos seguintes.
“É proibido fumar” (1964)
Faz parte do terceiro disco de Roberto Carlos, com o mesmo nome. Nessa época, o Rei passou a dirigir as próprias gravações, escolhendo os músicos que tocariam com ele.
“Quero que vá tudo pro inferno” (1965)
A música nasceu numa noite fria de junho de 1965, em Osasco, nos bastidores do cinema Rex, onde Roberto participaria de um show com outros artistas da música jovem da época.
“Namoradinha de um amigo meu” (1966)
Composta inicialmente para os Beatniks, banda de palco do programa "Jovem Guarda", a música foi prometida por Roberto Carlos para ser o primeiro single do grupo. No entanto, o empresário do cantor na época achou o tema provocador e decidiu incluir a faixa no nono álbum de Roberto.
“Se você pensa” (1968)
Na letra, Roberto diz: "Daqui pra frente, tudo vai ser diferente / você tem que aprender a ser gente / e o seu orgulho não vale nada". O desabafo dispensa apresentações.
“Não vou ficar” * _ * (1969)
Além de escrever suas próprias canções, o Rei também fez algumas versões que se tornaram muito famosas em sua voz. Esta é cortesia de Tim Maia, que foi seu companheiro no conjunto Os Sputniks no final dos anos 50.
“Todos estão surdos” (1971)
Composta em parceria com Erasmo Carlos, a música - regravada por Chico Science e a Nação Zumbi - encerra a fase rock-soul de Roberto. Aqui ele expõe ideias de religiosidade, tema que aparece com frequência na obra do Rei, em canções como "Jesus Cristo" e "Nossa Senhora".
“Você não serve pra mim” *_* (1967)
A composição é de Renato Barros, um dos fundadores do grupo Renato e seus Blue Caps, do qual Erasmo Carlos fez parte no início dos anos 60. A banda acompanhou Roberto Carlos nas gravações de “Splish splash” e “Parei na contramão”.
“Eu te amo, te amo, te amo”*_* (1968) (Video em parceria com Marisa Monte)
"Cartas já não adiantam mais / quero ouvir a sua voz", diz a letra da música composta por Roberto em parceria com Erasmo Carlos. É considerada uma das maiores canções de amor da dupla.
“Como dois e dois” (1971)
Caetano Veloso, autor da canção, conheceu Roberto Carlos pessoalmente na época do exílio, quando morava fora do Brasil. De Roberto, Caê gravou "Debaixo dos caracois dos seus cabelos".
“As curvas da estrada de Santos” (1969)
Lançada em disco em 1969, a música foi interpretada por Elis Regina no Canecão em 1970. Erasmo Carlos foi conferir chorou de emoção. O fato marcou o fim da rivalidade entre artistas da Jovem Guarda e da chamada MPB.
“Sua estupidez” (em parceria com Gal Costa) *_ *(1969)
Mais uma canção romântica assinada pela dupla Roberto e Erasmo Carlos, a música fez sucesso na voz de Gal Costa.
“Detalhes” *_ * (1971)
Verdadeiro clássico do cancioneiro de Roberto e Erasmo Carlos, a canção, reza a lenda, foi feita para Magda Fonseca, namorada de Roberto na época.
“As canções que você fez pra mim” * _ * (1968)
Incluída no repertório do álbum "O inimitável", a música foi inspirada em um caso do amigo e companheiro de banda Dedé, que fora dispensado pela namorada, a cantora Martinha. Segundo relatos, ela ficou sensibilizada, mas não voltou atrás.
“Amigo” (1977) ( En español ) *_*
Canção feita por Roberto em homenagem ao parceiro Erasmo Carlos. A letra foi escrita na noite de aniversário do Rei e concluída num hotel em Los Angeles. A gravação marcou os 10 anos da retomada da amizade entre os dois músicos.
Listamos aqui 15 músicas consideradas essenciais na obra de Roberto Carlos. A seleção não foi baseada em critérios técnicos, mas sim relacionadas a fatos marcantes da trajetória do Rei e ao alto teor de "groove" feito à base de teclados e guitarras até hoje inconfundíveis.
(Notícia Completa)
Listamos aqui 15 músicas consideradas essenciais na obra de Roberto Carlos:
“Parei na contramão” (1963)
É a primeira composição de Roberto Carlos e Erasmo juntos e também a estreia do cantor no tema velocidade, assunto que seria bastante abordado em sua obra nos anos seguintes.
“É proibido fumar” (1964)
Faz parte do terceiro disco de Roberto Carlos, com o mesmo nome. Nessa época, o Rei passou a dirigir as próprias gravações, escolhendo os músicos que tocariam com ele.
“Quero que vá tudo pro inferno” (1965)
A música nasceu numa noite fria de junho de 1965, em Osasco, nos bastidores do cinema Rex, onde Roberto participaria de um show com outros artistas da música jovem da época.
“Namoradinha de um amigo meu” (1966)
Composta inicialmente para os Beatniks, banda de palco do programa "Jovem Guarda", a música foi prometida por Roberto Carlos para ser o primeiro single do grupo. No entanto, o empresário do cantor na época achou o tema provocador e decidiu incluir a faixa no nono álbum de Roberto.
“Se você pensa” (1968)
Na letra, Roberto diz: "Daqui pra frente, tudo vai ser diferente / você tem que aprender a ser gente / e o seu orgulho não vale nada". O desabafo dispensa apresentações.
“Não vou ficar” * _ * (1969)
Além de escrever suas próprias canções, o Rei também fez algumas versões que se tornaram muito famosas em sua voz. Esta é cortesia de Tim Maia, que foi seu companheiro no conjunto Os Sputniks no final dos anos 50.
“Todos estão surdos” (1971)
Composta em parceria com Erasmo Carlos, a música - regravada por Chico Science e a Nação Zumbi - encerra a fase rock-soul de Roberto. Aqui ele expõe ideias de religiosidade, tema que aparece com frequência na obra do Rei, em canções como "Jesus Cristo" e "Nossa Senhora".
“Você não serve pra mim” *_* (1967)
A composição é de Renato Barros, um dos fundadores do grupo Renato e seus Blue Caps, do qual Erasmo Carlos fez parte no início dos anos 60. A banda acompanhou Roberto Carlos nas gravações de “Splish splash” e “Parei na contramão”.
“Eu te amo, te amo, te amo”*_* (1968) (Video em parceria com Marisa Monte)
"Cartas já não adiantam mais / quero ouvir a sua voz", diz a letra da música composta por Roberto em parceria com Erasmo Carlos. É considerada uma das maiores canções de amor da dupla.
“Como dois e dois” (1971)
Caetano Veloso, autor da canção, conheceu Roberto Carlos pessoalmente na época do exílio, quando morava fora do Brasil. De Roberto, Caê gravou "Debaixo dos caracois dos seus cabelos".
“As curvas da estrada de Santos” (1969)
Lançada em disco em 1969, a música foi interpretada por Elis Regina no Canecão em 1970. Erasmo Carlos foi conferir chorou de emoção. O fato marcou o fim da rivalidade entre artistas da Jovem Guarda e da chamada MPB.
“Sua estupidez” (em parceria com Gal Costa) *_ *(1969)
Mais uma canção romântica assinada pela dupla Roberto e Erasmo Carlos, a música fez sucesso na voz de Gal Costa.
“Detalhes” *_ * (1971)
Verdadeiro clássico do cancioneiro de Roberto e Erasmo Carlos, a canção, reza a lenda, foi feita para Magda Fonseca, namorada de Roberto na época.
“As canções que você fez pra mim” * _ * (1968)
Incluída no repertório do álbum "O inimitável", a música foi inspirada em um caso do amigo e companheiro de banda Dedé, que fora dispensado pela namorada, a cantora Martinha. Segundo relatos, ela ficou sensibilizada, mas não voltou atrás.
“Amigo” (1977) ( En español ) *_*
Canção feita por Roberto em homenagem ao parceiro Erasmo Carlos. A letra foi escrita na noite de aniversário do Rei e concluída num hotel em Los Angeles. A gravação marcou os 10 anos da retomada da amizade entre os dois músicos.
Não me faça esperar...
(Ivete Sangalo)
"Tô trocando meu abraço pelo seu sorriso
Não me faça esperar
Tá rolando um comentário que a gente tem tudo pra se dar bem
Sinto tá batendo forte, tô jogando limpo sem querer te enganar
Sonho, tô fazendo planos, tô juntando grana pra talvez viajar
Não desfaça desse amor, o seu jeito me conquistou
Já botei café na mesa
Quero tanto te falar, arranjei um jeito de amar
Que você só vai se dar bem
{Refrão}
(Aí) É só você chegar de mansinho,
(Aí) Que eu te levo com carinho,
(Aí) Você não vai mais duvidar, que eu me derreto todo por...
(Aí) É só você chegar de mansinho,
(Aí) Que eu te levo com carinho,
(Aí) Você não vai mais duvidar que eu me derreto todo por você...
Que eu me derreto por você..."
2009-07-04
2009-07-03
Bailarina
Bailarina
Noite cintilante
E baila a bailarina
Que dela
Só tem a vontade,
Pobre da menina.
E se encosta nos
Orelhões
E os olhos se viram
Para os outros lados.
E sorri com uma doçura,
E cheira a cachaça.
De um dia todo,
De uma vida toda.
Intrínseco.
Dança pra esquecer
E para festejar.
Dança para aparecer,
Faz sua presença marcar.
Baila doce criança
Baila e dança doce menina
Com seu saco de latinhas de esperança
E o espírito de bailarina.
AMon
Deixe seu registro para sempre. Comente.
Noite cintilante
E baila a bailarina
Que dela
Só tem a vontade,
Pobre da menina.
E se encosta nos
Orelhões
E os olhos se viram
Para os outros lados.
E sorri com uma doçura,
E cheira a cachaça.
De um dia todo,
De uma vida toda.
Intrínseco.
Dança pra esquecer
E para festejar.
Dança para aparecer,
Faz sua presença marcar.
Baila doce criança
Baila e dança doce menina
Com seu saco de latinhas de esperança
E o espírito de bailarina.
AMon
Deixe seu registro para sempre. Comente.
2009-07-02
Quente, quente e frio.
É dia quente
E faz frio aqui dentro.
Da janela pra fora, toda a rua.
Pra dentro, toda a casa:
Vazia.
Um quase amor,
Perdido no caminho.
Faltou calor?
Faltou amor?
O que faltou?
Sem palavras. Passou.
Chat,
novidades.
Pessoas,
surpresas.
Antigas e novas.
Histórias futuras e presentes.
Rio.
Sorrio.
Esquenta um pouco aqui,
estar lá fora.
Abro a porta.
O vento adentra.
É frio no dia quente.
Que será quente e quente.
É só se permitir.
Estou do lado de lá,
da janela.
Não há por que estar cá,
perdido, só, vazio e frio.
Se sou quente, cheio, de escorpião.
É a vida, que me surpreende.(me deixo levar)
É novidade. Sim, bem verdade.
Quero e vou à praia
E quando o sol se caia
Estarei lá,
Para tudo ver, o dia renascer
Até eu dentro de mim.
AMon Paiva
Deixe seu registro para sempre. Comente.
E faz frio aqui dentro.
Da janela pra fora, toda a rua.
Pra dentro, toda a casa:
Vazia.
Um quase amor,
Perdido no caminho.
Faltou calor?
Faltou amor?
O que faltou?
Sem palavras. Passou.
Chat,
novidades.
Pessoas,
surpresas.
Antigas e novas.
Histórias futuras e presentes.
Rio.
Sorrio.
Esquenta um pouco aqui,
estar lá fora.
Abro a porta.
O vento adentra.
É frio no dia quente.
Que será quente e quente.
É só se permitir.
Estou do lado de lá,
da janela.
Não há por que estar cá,
perdido, só, vazio e frio.
Se sou quente, cheio, de escorpião.
É a vida, que me surpreende.(me deixo levar)
É novidade. Sim, bem verdade.
Quero e vou à praia
E quando o sol se caia
Estarei lá,
Para tudo ver, o dia renascer
Até eu dentro de mim.
AMon Paiva
Deixe seu registro para sempre. Comente.
È bregão, mas eu gosto :D
Juan Gabriel - Abrazame Muy Fuerte
Abraça-me muito forte
Quando você está comigo é quando eu digo
Que valeu a pena tudo, tudo o que eu sofri
Não sei se é um sonho ainda, ou é uma realidade
Mas quando estou contigo é quando digo
Que este amor que sinto é porque você o mereceu
Com dizer amor que outra vez amanheci chorando de felicidade
A teu lado eu sinto que estou vivendo
Nada é como ontem
Abraça-me que o tempo passa e ele nunca perdoa
Fez estragos em gentes como em minha pessoa
Abraça-me que o tempo é um amigo mau e muito cruel
Abraça-me que o tempo é ouro se está comigo
Abraça-me forte, muito forte e mais forte que nunca
Sempre me abraça
Hoje que você está comigo
Eu não sei se o tempo está passando ou você o deteve
Assim quero estar para sempre aproveito que está comigo
Dou-te graças por cada momento de meu viver
Quando você olha para o céu
Por cada estrela que apareça amor é um te quero
Abraça-me que o tempo fere e o céu é testemunha
Que o tempo é cruel e nada quer
Por isso te digo
Abraça-me muito forte amor, me mantenha assim a teu lado
Eu quero agradecer-te amor tudo o que me deu
Quero corresponder de uma forma no dia a dia
Amor eu nunca fui partidário da dor
Mas a mim me tocou sofrer quando com quem acreditei
Em alguém que juro que dava sua vida por mim
Abraça-me que o passa e esse não se detém
Abraça-me muito forte amor que o tempo em contra vem
Abraça-me que Deus perdoa, mas o tempo a ninguém
Abraça-me que a ele não importa saber quem é um
Abraça-me que o tempo passa e ele nunca perdoa
Fez estragos em minha gente como em minha pessoa
Abraça-me que o tempo é um amigo mau e muito cruel
Abraça-me muito forte amor.
Abraça-me muito forte
Quando você está comigo é quando eu digo
Que valeu a pena tudo, tudo o que eu sofri
Não sei se é um sonho ainda, ou é uma realidade
Mas quando estou contigo é quando digo
Que este amor que sinto é porque você o mereceu
Com dizer amor que outra vez amanheci chorando de felicidade
A teu lado eu sinto que estou vivendo
Nada é como ontem
Abraça-me que o tempo passa e ele nunca perdoa
Fez estragos em gentes como em minha pessoa
Abraça-me que o tempo é um amigo mau e muito cruel
Abraça-me que o tempo é ouro se está comigo
Abraça-me forte, muito forte e mais forte que nunca
Sempre me abraça
Hoje que você está comigo
Eu não sei se o tempo está passando ou você o deteve
Assim quero estar para sempre aproveito que está comigo
Dou-te graças por cada momento de meu viver
Quando você olha para o céu
Por cada estrela que apareça amor é um te quero
Abraça-me que o tempo fere e o céu é testemunha
Que o tempo é cruel e nada quer
Por isso te digo
Abraça-me muito forte amor, me mantenha assim a teu lado
Eu quero agradecer-te amor tudo o que me deu
Quero corresponder de uma forma no dia a dia
Amor eu nunca fui partidário da dor
Mas a mim me tocou sofrer quando com quem acreditei
Em alguém que juro que dava sua vida por mim
Abraça-me que o passa e esse não se detém
Abraça-me muito forte amor que o tempo em contra vem
Abraça-me que Deus perdoa, mas o tempo a ninguém
Abraça-me que a ele não importa saber quem é um
Abraça-me que o tempo passa e ele nunca perdoa
Fez estragos em minha gente como em minha pessoa
Abraça-me que o tempo é um amigo mau e muito cruel
Abraça-me muito forte amor.
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