
Vi isso num outro blog, resolvi tomar pra mim:
"É verdade que não costumo aceder a desafios, mas por vezes é necessário ir á luta (salvo seja). Ora, desafio feito pela Senhora Corina dos Anjos. 5 revelações sobre mim??? Não deve haver nada que já não saibam sobre mim, but I'll give it a try."
Eu já... fiz minha mãe achar que eu havia morrido. Ela ficou histérica e começou a chorar descontroladamente. Eu tinha 6 anos? (foi péssimo, nunca mais fiz)
Eu nunca... consigo falar tudo aquilo que eu gostaria de falar. Eu penso, penso... até treino, mas chega na hora eu me embaralho todo e acabo me perdendo no que eu vou falar. Também, nunca fui amado como gostaria de sê-lo pelas pessoas que gostaria que fossem. (é triste)
Eu sei... desenhar? Há muito tempo que não me faço presente nos desenhos... abandonei um pouco. Ah.. sei cozinhar, sei ? Ninguém nunca morreu. Eu sei falar Olá, Bom dia, adeus, avião em russo e mais quatro dialetos da língua cirílica. O.o Sei sobre a Lamúria (ou Mu), muito interessante a história desse povo que "nunca existiu"... Ah.. sei um monte de coisa, mas queria saber mais...rs
Eu quero... um amor pra chamar de meu. Amor, amor, sabe? Amor de filme francês? Eu quero um só pra mim...
Eu sonho... com um futuro melhor. Não tenho muitas pretensões. Sei que aquilo que sonho são coisas palpáveis e que depende exclusivamente de mim para poder conseguir. Embasser? Ooooooh! rs
Amonzito...

Dez chamamentos ao amigo
Se te pareço noturna e imperfeita
Olha-me de novo. Porque esta noite
Olhei-me a mim, como se tu me olhasses.
E era como se a água
Desejasse
Escapar de sua casa que é o rio
E deslizando apenas, nem tocar a margem.
Te olhei. E há tanto tempo
Entendo que sou terra. Há tanto tempo
Espero
Que o teu corpo de água mais fraterno
Se estenda sobre o meu. Pastor e nauta
Olha-me de novo. Com menos altivez.
E mais atento.
(I)
“Existe a noite, e existe o breu.
Noite é o velado coração de Deus
Esse que por pudor não mais procuro.
Breu é quando tu te afastas ou dizes
Que viajas, e um sol de gelo
Petrifica-me a cara e desobriga-me
De fidelidade e de conjura. O desejo
Este da carne, a mim não me faz medo.
Assim como me veio, também não me avassala.
Sabes por quê? Lutei com Aquele.
E dele também não fui lacaia.”
(HILST, 2004, p. 21)

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