E como dizia Irmã Antunina Maria, para o ano acabar basta que o meio chegue, assim como os meses. E já estamos terminando Setembro à beira de Outubro e a pergunta: Por que tenho sacrificado tanto a mim ? Procuro faíscas de amor aqui dentro... lá nos recônditos da alma... mas parece que a fonte secou, exaurimento total causado por um desmatamento, assoreamento sem-fim. O ser autômato tem tomado de conta por ora... hora que tem de demorado por mais do que deveria. De quando em quando vem os solavancos: Acorda! Porém acordar significaria padecer novamente, estar aberto a um festival de sentimentos que com um sacrifício diário tem sido mantido ali, inencontrável.

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