2011-10-30

Still




E eu? Somente sorrio e vejo a banda passar. Há de muito mais interessante cá de onde eu vejo, que de lá onde tudo parece ocorrer.

2011-10-21

Jogo e joguinhos.


Jogo e joguinhos.

Ante o tempo de ir correndo em direção ao sol, perde-se tempo em demasia buscando a luminosidade... esquecendo que sempre deixamos para trás a nossa sombra. Àquilo que é a consequência dos nossos atos, das nossas atitudes. Foca-se tanto que não se dá a oportunidade devida ao sobressalto, ao que estar fora do controle.


Eu adoraria ir embora. Viver uma vidinha minha e sinto que o momento é esse, eu com meus vinte e poucos anos... Triste será quando mais velho, sentindo o peso da idade e dos olhares dos outros que não poderei mais correr os riscos dos dessabores que só os jovens são capazes de correr.

É justo.




2011-10-09

O Amor esquece de começar


"O Amor esquece de começar"


Vem cá aqui de novo. Não me esquece perdido na porta da estação. Há um festival de gente, por todos os lugares, emergidos num mesmo espaço. Pouco olhos, minha cabeça busca, parece não encontrar. MAs o quê, senhor?

Tiro. O racional se posiciona. Presa derrubada. E agora? Quando recomeça o jogo de querer. Quando se inicia a corrida pela última cartada.

Sabe, eu to pedindo pra que me aconteça o inesperado, que me arrebata a alma, que me faça deixar a reticência de lado, o amargor... o mal-amor.


2011-10-03

Derrama

O sono é o amigo mais íntimo dos meus olhos, permite-me esconder as facetas de mim mesmo, num jogo de auto-reluta... em que me procure e também me desespere. É como se fosse a caça e o caçador, polícia e ladrão ao mesmo tempo. Sandice? Talvez. Mas é como se sempre faltasse... nunca sobra. Nunca derrama...

2011-09-27

Não perca o tempo assim...

E como dizia Irmã Antunina Maria, para o ano acabar basta que o meio chegue, assim como os meses. E já estamos terminando Setembro à beira de Outubro e a pergunta: Por que tenho sacrificado tanto a mim ? Procuro faíscas de amor aqui dentro... lá nos recônditos da alma... mas parece que a fonte secou, exaurimento total causado por um desmatamento, assoreamento sem-fim. O ser autômato tem tomado de conta por ora... hora que tem de demorado por mais do que deveria.  De quando em quando vem os solavancos: Acorda! Porém acordar significaria padecer novamente, estar aberto a um festival de sentimentos que com um sacrifício diário tem sido mantido ali, inencontrável. 




2011-09-24

Welcome, Bienvenue


Who are you, sir Montreal?
Qui êtes-vous, monsieur de Montréal?