
Meu amor
Meu amor se perdeu, meu amor
Meu amor se perdeu, meu amor
Fazia tempo, na casinha
Perdida ali
Que guardava as lembranças
Já vividas.
Um dia, a chuva
Carregou-a pelo barranco
Um dia, a chuva
Levou-a num solavanco.
Triste fui, caminhar no mundo sozinho
Sem a beleza e ternura de meu bem
Triste fui, caminhar neste mundo sozinho
Sem o sorriso e o carinho de meu amor.
Eu estava percorrendo a minha estrada
Quando dela, surgiu meu amor
Eu me assustei e parti em retirada
E ela sorrindo se anunciou:
“Sou seu amor, presente de sua vida.
Não parta em despedida”
Lhe dei a mão, fui correndo ao paraíso
Lá encontrei a felicidade, beijo e riso.
Lhe dei a mão, fui em direção ao meu céu
Lá encontrei flores, bolhas de papel;
Lhe dei a mão, fui em direção ao meu céu
Lá encontrei flores, bolhas de papel.
E acreditei que era tudo sempre, sempre...
Daquele jeito que outrora imaginei.
Na minha frente: uma casa e um barranco,
Foi quando tudo em mim chegou ao fim;
E a torrência da chuva levando meus prantos.
Tudo em mim já não fazia noção,
Havia perdido o meu coração.
Numa cartinha deixada na mangueira,
Ela pedia que não a procurasse
Eu pensei que era tudo brincadeira,
Então procurei, procurei, procurei...
Não havia
Uma pista, um detalhe
Não havia sinal de ninguém.
As minhas lágrimas já desciam a ladeira,
As minhas lágrimas já desciam a ladeira,
As minhas lágrimas já desciam a ladeira...
Amon Paiva
Meu amor se perdeu, meu amor
Meu amor se perdeu, meu amor
Fazia tempo, na casinha
Perdida ali
Que guardava as lembranças
Já vividas.
Um dia, a chuva
Carregou-a pelo barranco
Um dia, a chuva
Levou-a num solavanco.
Triste fui, caminhar no mundo sozinho
Sem a beleza e ternura de meu bem
Triste fui, caminhar neste mundo sozinho
Sem o sorriso e o carinho de meu amor.
Eu estava percorrendo a minha estrada
Quando dela, surgiu meu amor
Eu me assustei e parti em retirada
E ela sorrindo se anunciou:
“Sou seu amor, presente de sua vida.
Não parta em despedida”
Lhe dei a mão, fui correndo ao paraíso
Lá encontrei a felicidade, beijo e riso.
Lhe dei a mão, fui em direção ao meu céu
Lá encontrei flores, bolhas de papel;
Lhe dei a mão, fui em direção ao meu céu
Lá encontrei flores, bolhas de papel.
E acreditei que era tudo sempre, sempre...
Daquele jeito que outrora imaginei.
Na minha frente: uma casa e um barranco,
Foi quando tudo em mim chegou ao fim;
E a torrência da chuva levando meus prantos.
Tudo em mim já não fazia noção,
Havia perdido o meu coração.
Numa cartinha deixada na mangueira,
Ela pedia que não a procurasse
Eu pensei que era tudo brincadeira,
Então procurei, procurei, procurei...
Não havia
Uma pista, um detalhe
Não havia sinal de ninguém.
As minhas lágrimas já desciam a ladeira,
As minhas lágrimas já desciam a ladeira,
As minhas lágrimas já desciam a ladeira...
Amon Paiva
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