
Há muitas violetas velhas sem um colibri
...Se é muito tarde para amar você.
E me doi, como me doi ter em minha mente somente a sua imagem, seu riso.
Me incomoda. Me faz padecer. Tento esquecer e quanto mais tento esquecer, mais lembro e me lembro e lembro...
Quantas vezes chorei. Quantas vezes me perdi tentando te encontrar. E continuei me perdendo, até quando achei normal não encontrar nada...
Não tenho muito tempo, tenho medo de ser um só. Tenho medo de ser só um, alguém para se lembrar... Deixei que tudo desaparecesse, perto do fim não pude mais encontrar. Inevitavelmente, o amor ainda estava lá...
Desço dessa solidão, espalho coisas sobre o chão de giz. Há meros devaneios tolos a me torturar, fotografias velhas recortadas em jornais e folhas, amiúde.
Paro-me Olhando sua fotografia, todas as coisas de agora e do passado... Eu nunca me senti tão só, eu só gostaria que você me demonstrasse amor.
A insensatez que você fez, coração, mas sem cuidado. Fez chorar de dor o seu amor, um amor tão delicado. Então, é doce morrer no mar. Nas ondas verdes do mar...
A noite que não veio, foi de tristeza pra mim. Saveiro voltou sozinho. Triste noite foi pra mim...
Ligeiramente machucado caiu tão fundo nessa relação. Primeira vez, que o amor bateu de frente comigo. Será que você sente tudo que sinto por você?
Pois, nada ficou no lugar. Eu quero quebrar essas xícaras. Eu quero acordar sua família. Eu quero entregar suas mentiras, queria falar sua língua. Eu vou escrever no seu muro e violentar o seu gosto, eu quero roubar no seu jogo. E é pra ver se você volta, e é pra ver se você vem...
Mas não diz não. Os tempos vão. Foram-se os tempos e agora te calas, tu já não falas se falas de amor. Se tens as malas prontas não finjas...
Porque já não se ver o seu sorriso ao amanhecer. Porque já não sou mais seu bem-querer. Ser amigo quando tudo acaba. Ser amigo quando tudo te põe triste. Sairá dentro de mim como uma noite de inverno que se finaliza. Sei que me amavas e agora é tão tarde, sei que me amavas e agora é saudade, no nosso filme o fim será triste. Eu não quero ver...
Eu não peço desculpa e nem peço perdão. Não, não é minha culpa essa minha obsessão. Já não agüento mais ver o meu coração, como vermelho balão chutado e sangrando pelo chão. Eu não quero a hora do adeus. Nós já viramos essa página? Me deixe apenas nossas lágrimas, de repente, eu me tornei um estranho pra você. Doi no meu coração. Amanhã talvez, longe em outro lugar...
Eu cada vez que vi você chegar, me fazer sorrir e me deixar. Decidido eu disse nunca mais. Mas, novamente estúpido provei desse doce amargo quando eu sei cada volta sua o que me faz. Vi Todo meu orgulho em sua mão, deslizar, se espatifar no chão. Vi o meu amor tratado assim. E eu não sei o que os meus olhos vão querer quando eu te encontrar. Com pedidos te ver vão querer chorar. Nunca me disseram o que devo fazer, quando a saudade acorda a beleza que faz sofrer. Chorar, beijar, te abraçar...
...Se é muito tarde para amar você.
E me doi, como me doi ter em minha mente somente a sua imagem, seu riso.
Me incomoda. Me faz padecer. Tento esquecer e quanto mais tento esquecer, mais lembro e me lembro e lembro...
Quantas vezes chorei. Quantas vezes me perdi tentando te encontrar. E continuei me perdendo, até quando achei normal não encontrar nada...
Não tenho muito tempo, tenho medo de ser um só. Tenho medo de ser só um, alguém para se lembrar... Deixei que tudo desaparecesse, perto do fim não pude mais encontrar. Inevitavelmente, o amor ainda estava lá...
Desço dessa solidão, espalho coisas sobre o chão de giz. Há meros devaneios tolos a me torturar, fotografias velhas recortadas em jornais e folhas, amiúde.
Paro-me Olhando sua fotografia, todas as coisas de agora e do passado... Eu nunca me senti tão só, eu só gostaria que você me demonstrasse amor.
A insensatez que você fez, coração, mas sem cuidado. Fez chorar de dor o seu amor, um amor tão delicado. Então, é doce morrer no mar. Nas ondas verdes do mar...
A noite que não veio, foi de tristeza pra mim. Saveiro voltou sozinho. Triste noite foi pra mim...
Ligeiramente machucado caiu tão fundo nessa relação. Primeira vez, que o amor bateu de frente comigo. Será que você sente tudo que sinto por você?
Pois, nada ficou no lugar. Eu quero quebrar essas xícaras. Eu quero acordar sua família. Eu quero entregar suas mentiras, queria falar sua língua. Eu vou escrever no seu muro e violentar o seu gosto, eu quero roubar no seu jogo. E é pra ver se você volta, e é pra ver se você vem...
Mas não diz não. Os tempos vão. Foram-se os tempos e agora te calas, tu já não falas se falas de amor. Se tens as malas prontas não finjas...
Porque já não se ver o seu sorriso ao amanhecer. Porque já não sou mais seu bem-querer. Ser amigo quando tudo acaba. Ser amigo quando tudo te põe triste. Sairá dentro de mim como uma noite de inverno que se finaliza. Sei que me amavas e agora é tão tarde, sei que me amavas e agora é saudade, no nosso filme o fim será triste. Eu não quero ver...
Eu não peço desculpa e nem peço perdão. Não, não é minha culpa essa minha obsessão. Já não agüento mais ver o meu coração, como vermelho balão chutado e sangrando pelo chão. Eu não quero a hora do adeus. Nós já viramos essa página? Me deixe apenas nossas lágrimas, de repente, eu me tornei um estranho pra você. Doi no meu coração. Amanhã talvez, longe em outro lugar...
Eu cada vez que vi você chegar, me fazer sorrir e me deixar. Decidido eu disse nunca mais. Mas, novamente estúpido provei desse doce amargo quando eu sei cada volta sua o que me faz. Vi Todo meu orgulho em sua mão, deslizar, se espatifar no chão. Vi o meu amor tratado assim. E eu não sei o que os meus olhos vão querer quando eu te encontrar. Com pedidos te ver vão querer chorar. Nunca me disseram o que devo fazer, quando a saudade acorda a beleza que faz sofrer. Chorar, beijar, te abraçar...
Amon
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